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domingo, 23 de janeiro de 2011
"O todo dá algo de si ao nada e o nada se faz algo"...
"A essência dá conteúdo a inexistência, e resulta a existência; O todo dá algo de si ao nada e o nada se faz algo. Quando Moizés, Elias e Jesus passaram 40 dias de silêncio e solidão; Quando Francisco de Assis se isolou por meses seguidos no cume do monte Alverne; Quando paulo de Tarso, após a queda às portas de Damasco, mergulhou por três anos nas estepes da Arábia; Quando Tagore, Maharishi e Gandhi se envolveram em profunda solidão - que outras coisas fizeram eles senão fechar os canais de fora para que a fonte de dentro rompesse? Quando Einstein partindo de um princípio puramente matemático, diz pelo "puro raciocínio" pode o homem descobrir as leis do universo, afirma ele a mesma verdade, mas não nos diz, geralmente, o que devemos fazer para despertar em nós, a fonte da certeza. Para esse despertamento é necessário que o homem se entregue a um longo período de silêncio aucustativo - silêncio mortífero para o ego-empírico-analítico, mas vivificante para o eu metafísico-místico-cosmo-pensado. Parece que a Elite da Humanidade, neste ocaso do segundo milênio, está abrindo os olhos para essa grande verdade, preludiando, possivelmente, uma humanidade mais sadia e mais feliz." Huberto Rohden
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Lealdade a sua crença...
Para os poucos apreciadores da beleza, do desconhecido e da evolução, que simplesmente sentem ao invés de entregar-se a lógica desse plano, e para os que lutam pela verdade onde quer que a esteja. E Se se me perguntas que verdade é essa?
Pela integridade da verdade bebeu Sócrates a sicuta a que fora condenado, negando-se a fugir da prisão, mesmo quando isso lhe foi propiciado pelos seus seguidores. João Batista, por sua vez, preferiu deixar-se trucidar a negar a verdade na qual acreditava.
Também, e sobretudo Jesus, pela verdade da presença divina que pregou, deixou-se arrastar até o martírio da cruz, quando lhe teria sido fácil desaparecer, como o fez em outras ocasiões.
E tantos outros que mais tarde foram torturados, supliciados e crucificados, por amor a verdade, que falavam em plenitude de dentro de suas almas"
Rodrigo Santana da Fonseca Amorim
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